sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
MIDIAMAXNEWS 10/12/2008
NÃO PRECISO DIZER MAIS NADA. EM DOIS MIL E DEZ VOCÊ DECIDE
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Unidade 10- Integração de tecnologias com as mídias digitais
O curso trouxe facilidade para nossas vidas, trouxe outra opnião, outro tipo de escolha. Claro que estou falando do Linux. Foi uma experiencia sem igual.
E acrescentou, pelo menos para mim, muita utilidade como o blog, o you tube, as pesquisas pelo google, e o o google docs que eu não tinha conhecimento ainda.
Por fim, foi muito importante aprender mais sobre a informática
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
domingo, 7 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
sábado, 29 de novembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
INTRODUÇÃO A EDUCAÇÃO DIGITAL
Sou um grande entusiasta da tecnologia e acho que a mesma deve ser usada sempre em beneficio do ser humano, e não esquecermos nunca de que quem comanda a mesma somos “nós que a criamos”.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
FALLWELL, JÁ ESTIVE EM ALGUM LUGAR ASSIM
O filme é Elvira a Rainha das Trevas, e neste filme dá para se identificar com uma cidade, lá do sertão do mato grosso do sul, não me lembro bem onde fica localiza esta cidade, mas é mesma coisa de ver a FALLWEEL, será coincidencia ou o camarada que vez ao filme morou por lá?
Ah, de uma olhada nesse filme é antigo, mas vale a pena rir de novo.
domingo, 16 de novembro de 2008
BATE O SINO PEQUENINO...
Que todos os meus amigos, e (deixe eu falar baixinho) admiradores tenham um ótimo mês de festanças, comilanças e muito beijo na booooooooocaaaaaaaaaaaaaaaaaa. rs
AI, AI, AI, SE TODOS FOSSEMOS PSICOLOGOS....
Na primeira é a mais ampla e de certo modo permeia as demais: o tipo de cultura, as condições e relações político-sociais e econômicas vigentes, o tipo de estrutura social, as ideologias dominantes e as relações explícitas ou implícitas desses aspectos com a educação escolar. No diagnóstico psicopedagógico do fracasso escolar de um aluno não se podem desconsiderar as relações significativas existentes entre a produção escolar e as oportunidades reais que determinada sociedade possibilita aos representantes das diversas classes sociais. Assim, alunos de escolas públicas brasileiras provenientes das camadas mais baixa renda da população são freqüentemente incluídos em “classes escolares especiais”, considerados pertencentes ao grupo de possíveis “deficientes mentais”, com limites e problemas graves de aprendizagem. Na realidade, lhe faltam oportunidade de crescimento cultural, de rápida construção cognitiva e desenvolvimento da linguagem que lhes permita maior imersão num meio letrado, o que, por sua vez, facilitará o desenvolvimento da leitura e da escrita.
Por outro lado, as condições socioeconômicas e culturais, terão, também, influência nos aspectos físicos dos alunos de camadas de população de baixa renda pelas conseqüências no período pré-natal, assim como a exposição mais fácil a doenças letais, acidentes, subnutrição e suas conseqüências.
A segunda perspectiva diz respeito à análise da instituição escola, em seus diferentes níveis, como sendo a maior contribuinte para o fracasso escolar de seus alunos. A escola não é isolada do sistema socioeconômico, mas, pelo contrário, é um reflexo dele. Portanto, a possibilidade de absorção de certos conhecimentos pelo aluno dependerá, em parte, de como essas informações lhe chegaram, lhe foram ensinadas, o que por sua vez dependerá, nessa cadeia, das condições sociais que determinaram a qualidade do ensino. Termina a rota da “deficiência social” nas baixas oportunidades do aluno como pessoa, acrescidas da baixa qualidade da escola.
“triste é a escola que não acompanha o mundo de hoje, ignorando aquilo que seu aluno já vivencia fora dela. Transforma aquele que inteligentemente a questiona e que saudavelmente se recusa a buscar um conhecimento parado no tempo num portador de problema de aprendizagem”
A terceira perspectiva de estudo do fracasso escolar está ligada ao aluno enquanto aprendente, isto é, especificamente às suas condições internas de aprendizagem, focando-se, assim, a questões na intra-subjetividade. O fracasso escolar é causado por uma conjugação de fatores interligados que impedem o bom desempenho do paciente (aluno-aprendente), embora se tente identificar, em alguns casos, um ponto inicial no nível interno ou externo.
A aprendizagem normal dá-se de forma integrada no aluno, no seu pensar, sentir, falar e agir. Quando começam a aparecer “dissociações de campo” e sabe-se que o sujeito não tem danos orgânicos, pode-se pensar que estão se instalando dificuldades na aprendizagem: algo vai mal no pensar, na sua expressão, no agir sobre o mundo. É hora de pesquisar por onde está começando a fratura.
Na prática diagnóstica é necessário levar em consideração alguns aspectos ligados às três perspectivas de abordagem do fracasso escolar.
→ ASPECTOS ORGANICOS relacionados à construção biofisiológica do sujeito que aprende. Alterações nos órgãos sensoriais impedirão ou dificultarão o acesso aos sinais do conhecimento. A construção das estruturas cognoscitivas se processa num ritmo diferente entre os indivíduos normais e os portadores de deficiência sensoriais, pois existirão diferenças nas experiências físicas e sociais vividas. Diferentes problemas no sistema nervoso central acarretarão alterações na linguagem e poderão ou não causar problemas de leitura e escrita.
→ ASPECTOS COGNITIVOS estaria ligado basicamente ao desenvolvimento e funcionamento das estruturas cognoscitivas em seus diferentes domínios. Incluir nessa grande área também aspectos ligados à memória, atenção, antecipação, etc, anteriormente agrupados nos chamados fatores intelectuais. Numa visão piagetiana, o desenvolvimento cognitivo é um processo de construção que se dá na interação entre o organismo e o meio. Se esse organismo apresenta problemas desde o nascimento, o processo de construção do sujeito sofrerá alterações no seu ritmo. Por exemplo, a criança com grande baixa visual terá seu processo de construção do espaço complicado, pois suas experiências com o mundo físico ficam diferentes das crianças com visão normal.
→ ASPECTOS EMOCIONAIS estariam ligados ao desenvolvimento afetivo e sua relação com a construção do conhecimento e a expressão deste através da produção escolar. Remete aos aspectos inconscientes envolvidos no ato de aprender. O não-aprender pode expressar uma dificuldade na relação da criança com a sua família; será o sintoma de que algo vai mal nessa dinâmica. Não conseguir calcular e em geral...
→ ASPECTOS SOCIAIS estão ligados à perspectiva da sociedade em que estão inseridas a família e a escola. Incluem, além da questão das oportunidades, o que já foi comentado, o da formação da ideologia em diferentes classes sociais. A busca do conhecimento escolar, recorte do acervo de uma cultura, servirá para quê? Permitirá uma definição de classe? Permitirá uma ascensão social? Será um meio para melhoria das condições econômicas? Responde a uma expectativa de classe? Essas e outras questões necessitam ser pensadas durante o diagnóstico. Por exemplo, quando a família tem possibilidade de escolher a escola para seu filho, ela o faz visando à manutenção de sua ideologia. A escola que finge aceitar a diversidade cultural constrói nessas crianças a baixa auto-estima, o sentimento de inferioridade que carregam para outras escolas ditas mais fáceis. Isto acontece porque, na realidade, não fazem dentro da escola modificações curriculares e pedagógicas que auxiliem a criança menos favorecida a ter uma ascensão no conhecimento.
→ ASPECTOS PEDAGÓGICOS contribuem muitas vezes para o aparecimento de uma “formação reativa” aos objetos da aprendizagem escolar. Tal quadro confunde-se, às vezes, com as dificuldades de aprendizagem originadas na história pessoal e familiar do aluno. Aqui se inclui a metodologia de ensino, à avaliação, à dosagem de informações, à estruturação de turmas, à organização geral, que influindo na qualidade de ensino, interferem no processo ensino-aprendizagem. Ficam diminuídas, assim, as condições externas de acesso do aluno ao conhecimento via escola. Concordamos com Vigotsky (1989) quando enfatiza que o único bom ensino é o que adianta ao desenvolvimento.
Uma boa escola deveria ser estimulante para o aprender; por essa razão, concordamos que a função básica dos profissionais da área de educação deveria:
a) melhorar as condições de ensino para o crescimento constante do processo de ensino-aprendizagem e assim prevenir dificuldades na produção escolar;
b) fornecer meios, dentro da escola, para que o aluno possa superar dificuldades na busca de conhecimentos anteriores ao seu ingresso na escola;
c) atenuar ou, no mínimo, contribuir para não agravar os problemas de aprendizagem nascidos ao longo da história pessoal do aluno e de sua família.
A idéia básica de aprendizagem como um processo de construção que se dá na interação permanente do sujeito com o meio que o cerca. Meio esse expresso inicialmente pela família, depois pelo acréscimo da escola, ambos permeados pela sociedade em que estão. Essa construção se dá sob a forma de estruturas complexas.
BIBLIOGRAFIA DO RESUMO
WEISS, Maria Lucia L. Psicopedagogia Clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 10ª ed., Rio de Janeiro: DP&A, 2003
sábado, 8 de novembro de 2008
Raposa Espertalhona
Já não bastava as tantas cagas que este governador já fez e está fazendo mais uma.
O nosso querido e amado e idolatrado por burros, acrescentou em nossa lei de servidores, principalmente para aqueles que carregam as escolas nas costas que somos nós os faxineiros, que tudo que o diretor de escola o obrigar a fazer, mesmo fora de suas atribuições é para ser acatado.
Ah, mas ele não fez isso de bom governador, que não o é, ele fez isso justamente para que nós não cruzemos os braços e digamos: “não!” essa função não é minha. Muito pelo contrário, ele acrescentou mais esta norma em nossa lei para que não tenha OBRIGAÇÃO de mais contratações para cargos de baixo escalão. Tenhamos como exemplo onde trabalho, lá possui 2 faxineiros para o turno matutino, onde seria necessário no mínimo quatro, isso mesmo quatro, você leu bem, quatro no mínimo. Mas estou ouvindo você dizer "ah o André não quer nada com nada", certo posso até não querer, mas te dou de bom grado o meu trabalho durante um dia e você certamente o irá me devolver antes de terminar o período.
Ah meu caro governador, sou eu que lhe pago o status de governador que tem, portanto me respeite governador. Já não bastavam as escolas do estado estarem nas mãos de DITADORES (pois a palavra se for reorganizada virará diretor) na sua grande maioria, aliás, ditadores que nem sempre são os diretores, como acontecem com muitos PROJETOS de coordenadores escolares (contudo tem uns que não coordena e sim bagunçam).
Meu bom governador, graças a Deus que eu não pago este sindicato que é de m... que não luta para as classes em geral, e sim para a ala VIP, aliás os que pagam maior contribuição para os sindicatos.
Meu bom governador (lembre-se o antônimo de bom), que decepção. Ainda bem que eu não joguei meu voto fora, e não pretendo fazê-lo nas próximas eleições, além disso duvido muito que o senhor ganhe as eleições pelos os servidores. Bom vivemos numa democracia, e portanto tudo pode acontecer, porém os eleitores estão ficando bom nessa historia de eleição...
Abraço a todos
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
RESPEITO É A BASE DE UM RELACIONAMENTO
Ah, quase me esqueci, eu percebo um desrrespeito de longe, e pode ser como um ponto, eu vou ver.
Nossa quase uma ameaça...rssrsrsrsrssrs
O CONHECIMENTO NÃO OCUPA ESPAÇO - PELO MENOS O MEU NÃO ENCHEU
Bom mas aprender não ocupa espaço, pois esquecemos ao longo do tempo. Porém é importante esquecer, pois a partir do esquecimento nós procuramos nos lembrarmos, e aí temos que aprender de novo, e aprender sempre algo novo, ou aprender outra vez de formas diferente...